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QUERIDO(A) AUTOR(A), - #01

Precisei de tempo para conseguir reunir em palavras o efeito que a leitura de Osmapas sinalizam ilhas submersas tem causado em mim.

Primeiro porque tenho relido em espiral, indo e vindo e sempre retornando para o início e empreendendo nova viagem por essa prosa poética náutica, que flutua entre terra e mar e fala tão profundamente do que habita em nós, que não raro nos sentimos à deriva, ausentes de um conforto que já se foi.
Segundo porque o poder da tua prosa poética é tanto que me colocou pensativa sobre todas as vezes em que teus versos falaram também de mim, do que se passa aqui dentro. E aí foi inevitável que meus pensamentos tomassem a forma dos teus poemas ritmados, afetivos e imagéticos. E transbordassem em notas à lápis nas bordas das folhas do livro. Eu, que nunca soube (ainda não sei se sei) fazer versos e há tempos busco uma nova linguagem para dar conta do meu tempo morto cuja substância delicadíssima não ouso trazer à tona, me vi nas últimas semanas a bordo de vários …

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